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quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

OBJETIVOS CAMPANHA DA FRATERNIDADE

Objetivos da Campanha da Fraternidade 2011


Este é um texto que fala quais são os objetivos da Campanha da Fraternidade.Sendo que estes são muito importantes pois ajudaram e muito  a salvar o mundo.Ainda há esperança,vamos salvar nosso planeta.
Para a Campanha da Fraternidade 2011, a Igreja no Brasil propõe, como Objetivo Geral: contribuir para a conscientização das comunidades cristãs e pessoas de boa vontade sobre a gravidade do aquecimento global e das mudanças climáticas, e motivá -los a participar dos debates e ações que visam enfrentar o problema e preservar as condições de vida no planeta.
Para atingir este objetivo, são propostos os seguintes objetivos específicos:
  • Viabilizar meios para a formação da consciência ambiental em relação ao problema do aquecimento global e identificar responsabilidades e implicações éticas;
  • Promover a discussão sobre os problemas ambientais com foco no aquecimento global;
  • Mostrar a gravidade e a urgência dos problemas ambientais provocados pelo aquecimento global e articular a realidade local e regional com o contexto nacional e planetário:
  • Trocar experiências e propor caminhos para a superação dos problemas ambientais relacionados ao aquecimento global.
Serão adotadas as seguintes estratégias:
  • Mobilizar pessoas,comunidades,Igrejas,religiões e sociedade para assumirem o protagonismo na construção de alternativas para a superação dos problemas socioambientais decorrentes do aquecimento.
  • Propor atitudes,comportamentos e práticas fundamentados em valores que tenham a vida como referência no relacionamento com o meio ambiente;
  • Denunciar situações e apontar responsabilidades no que diz respeito aos problemas ambientais decorrentes do aquecimento global.
Texto retirado do livro da Campanha da Fraternidade 2011 – Texto-Base
Veja também:
  1. Oração da Campanha da Fraternidade 2011
  2. Lançamento da Campanha da Fraternidade
  3. Campanha da Fraternidade 2010
  4. Vídeo da Campanha da Fraternidade
  5. Igreja lança Campanha da Fraternidade
  6. Spot de TV da Campanha da Fraternidade 2010
  7. Abertura da Campanha da Fraternidade 2010
  8. Campanha da Fraternidade debate segurança pública
  9. Segurança pública é tema da Campanha da Fraternidade 2009
  10. Campanha da Fraternidade tem cartilha sobre Economia Solidária
http://www.oarcanjo.net/site/index.php/cf/objetivos-da-campanha-da-fraternidade-2011/
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CAMPANHA DA FRATERNIDADE

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

DANÇA

ESTA ABERTA AS INSCRIÇÕES PARA O CURSO DE DANÇA.
AS INSCRIÇÕES DEVERÃO SER FEITAS NA SECRETARIA DA IGREJA SANTA ISABEL OU AS TERÇAS FEIRAS NO SALÃO DA IGREJA.

Mais Negros na SPFW

EXIGIMOS MAIS NEGROS/AS NA SPFW!

Todos sabemos que a SPFW está sendo obrigada a adotar 10% de modelos negros/as por força da luta da Educafro e outros grupos sociais. O TAC (Termo de Ajuste de Conduta) assinado por intervenção do Ministério Público, teve validade por 2 anos que se expirou em 2010. Queremos que os organizadores da SPFW revejam suas posições e aceitem ampliar para 20% (mínimo) a percentagem de negros/as nos desfiles.

No início do segundo semestre/2011 a SPFW fará o seu desfile PRIMAVERA/VERÃO. A Educafro está convocando todos os seus militantes para a organização de um evento/protesto, quando da abertura da próxima edição da SPFW.

A primeira reunião para a organização do ATO DE CIDADANIA DA EDUCAFRO SERÁ NO DIA 12 DE FEVEREIRO, SÁBADO, ÀS 10 HORAS NA SEDE.
Contamos a militância viva da família Educafro para enfrentarmos estes novos paradigmas!


Setor de Políticas Públicas da Educafro.


Frei David Santos OFM
Frei David Santos OFM
Diretor Executivo

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Agenda Fevereiro

Dias: 05,06,08,12 e 13 Festa de Santa Bakhita.

13- Arrecadação de Alimentos.
13- Retiro das Crianças.
19 - Chá Beneficente 
20 - Primeira Eucaristia
25 a 27 - Retiro Intimidade (Comunidade Santa Edwiges)
26 - Tarde da Pizza (FECOMADILI)
26 - Pesagem (Pastoral da Criança)
27 - Missa 1ª Eucaristia
28 - Inicio Novena Perpétua a São Judas Tadeu
28 - Entrega material do Grupo de Rua.

FESTA SANTA BAKHITA

Dia 05 -
17h00 - Celebração ou Missa
18h00- Show com banda Wilson e Lorival

Dia 6 -
17h00 - Missa
18:00 - Show João Carlos e Cristian

Dia 8

19h30min - Missa e Procissão

Dia 12
17h00 - Missa
18h00 - Show Jorge Rodrigues

Dia 13 -
17:00 - Missa
18h00 - Show João e Vado

Para debater desigualdade racial, ONU institui 2011 como ano dos afrodescendentes

Desirèe Luíse 
| desireeluise@aprendiz.org.br
 Afim de combater o racismo e as desigualdades econômicas e sociais dos negros, a Organização das Nações Unidas (ONU) instituiu 2011 como o Ano Internacional dos Afrodescendentes. Eles estão entre os que mais sofrem com discriminação e dificuldade de acesso a serviços básicos, como educação, segundo o órgão.
O Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), em parceria com a Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir), lançou, no final do ano passado, a campanha “Por uma infância sem racismo”.
A responsável pela campanha e pelo programa de proteção à infância do Unicef, Helena Oliveira, destaca que existem dois níveis de discriminação racial. “O primeiro é aquele conhecido pelos números. Os dados mostram a disparidade no acesso às políticas publicas. Nesse sentido, o negro acaba com menos direitos do que o branco”, diz.
A taxa de analfabetismo entre a população branca de 15 anos ou mais é de 6,1%, enquanto que para os negros e pardos é de 14,1 % – diferença de 131,1%. Os dados são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e constam no 4º Relatório Nacional sobre os Direitos Humanos no Brasil, lançado em dezembro no último ano.
Entre os que estudaram, considerando a população com 25 anos ou mais, a média de escolaridade da população negra e parda é de 5,8 anos, contra 7,8 anos para a população branca.

“Um segundo nível de discriminação é o do cotidiano, que é mais simbólico. Quando uma criança escuta um comentário racista no espaço escolar, o que foi dito passa a compor a formação dela. Isso pode causar efeitos danosos”, completa Helena.
A campanha do Unicef tem o objetivo de mobilizar a sociedade brasileira para assegurar a igualdade étnico-racial desde a infância.  “Quando os pais e professores promovem a interação e o conhecimento sobre o diverso, estão incentivando à igualdade”, ressalta. “A criança que pode estar em diferentes espaços cresce aprendendo a respeitar o outro.”
Pior entre mulheres
“As discriminações raciais somadas às de gênero são eixos estruturantes das desigualdades sociais no país e América Latina”, afirma a gerente de programas da ONU Mulheres Brasil e Cone Sul, Júnia Puglia. “As mulheres negras sofrem com a dupla desigualdade.”
Segundo a análise de Júnia, o papel tradicional da mulher na sociedade e a forma como os negros foram inseridos no Brasil colocam barreiras para que as negras aproveitem oportunidades educacionais e no mercado de trabalho.
Os dados da Relação Anual de Informação Social (Rais), órgão do Ministério do Trabalho, revelam que as mulheres negras recebem menos que a metade do salário dos homens brancos em trabalhos formais.
“Uma das piores formas de inserção é o trabalho doméstico remunerado, por meio do qual as mulheres negras mais participam das atividades econômicas do país. Este tipo de trabalho tem um percentual de formalização muito baixo”, lembra Júnia.
Solução
Para garantir equidade racial é necessário investir em ações inclusivas, de acordo com a ONU. “Quando uma parcela da população não está matriculada na escola, as estratégias para buscá-la deverão ser diferentes. São crianças de comunidades quilombolas e indígenas, para as quais a escola não chega”, exemplifica Helena.
Na opinião de Júnia, os debates sobre igualdade racial e de gênero tem avançado, embora haja reações contrárias à inclusão. “Há 15 anos não poderíamos vislumbrar esse cenário institucional, mas ainda tem muito trabalho a ser feito, porque é preciso desconstruir o racismo e o sexismo”, conclui.
Mais da metade de população brasileira tem ascendência africana. De acordo com dados do IBGE de 2009, 51,1% dos brasileiros se reconhecem como pretos ou pardos.
Com a segunda maior população negra do planeta (e primeira fora do continente africano), a missão do Brasil no ano temático da ONU é “chamar atenção para as persistentes desigualdades que ainda afetam esta parte importante da população brasileira”, segundo um comunicado da instituição.