object style="height: 390px; width: 640px">
Mostrando postagens com marcador TEXTOS REFERENTES A PASTORAL AFROBRASILEIRA. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador TEXTOS REFERENTES A PASTORAL AFROBRASILEIRA. Mostrar todas as postagens

domingo, 26 de setembro de 2010

PASTORAL AFRO BRASIEIRA

As atividades da Pastoral Afro-brasileira têm significado uma riqueza na missão evangelizadora da Igreja no Brasil. Os frutos que hoje colhemos são resultados de um processo de décadas onde muitos líderes se empenharam em fazer de nossa Igreja o espaço também do povo negro.
             O objetivo da pastoral afro é dar continuidade à rica herança de experiência e reflexão pastoral nas comunidades negra latino-americanas, para aprofundar a inculturação que acontece no contexto da cultura, contribuindo para a superação a de todos a de todos os preconceito, descriminações, reconhecendo os valores religiosos da cultura africana.
Despertar vocações, dentro da espiritualidade e mística afro-brasileira, através do diálogo inter-religioso com as diversas religiões de matriz africana.
Empreender ações solidárias dentro dos objetivos da ação  evangelizadora, na nossa sociedade injusta, visando à superação das desigualdades, da exclusão social, da miséria e da violência contra o povo negro, através de políticas públicas que favoreçam a inclusão social e o reconhecimento dos direitos das populações afros-descendentes. Foto abaixo: Padre Valdinei Antonio da Silva - Assessor Diocesano da Pastoral Afro Brasileira Limeira. 

LITURGIA E INCULTURAÇÃO




As celebrações afro-inculturadas não são mera “folclorização” litúrgica, ou seja, ritos e símbolos desvinculados da realidade. Ao contrário, é a celebração da vida, da esperança e do clamor do povo negro sofrido e daqueles que padecem as mesmas penúrias, portanto, as comunidades negras se recusam a fazer da liturgia espetáculos, sejam para demais fiéis, como também para os meios de comunicação, que se preocupam tão somente em produzir imagens, sem compromisso com a transformação da realidade.
(Estudo da CNBB,85- Pastoral Afro-brasileira,n 55)